Birra infantil - como criar seus filhos

Birra infantil: 4 comportamentos para reconhecer em seu filho e tratar facilmente

Quase todos nós, pais e mães, lidamos em algum momento com a birra infantil. Sem hora ou lugar para acontecer, a ira dos pequenos manifesta-se nas mais variadas situações. Este tipo de comportamento causa intensa frustração e sensação de impotência, visto que na maioria das vezes não sabemos como reagir diante de uma crise de birra. A situação é mais angustiante nas ocasiões em que ela ocorre na rua e locais públicos. Na escola, por exemplo, a birra infantil é bastante evidenciada em crianças a partir dos 3 anos quando os pequeninos já começam a ser inseridos no contexto social pedagógico.

Birra infantil - Como encontrar o caminho para a paz
Birra infantil – Como encontrar o caminho de volta para a paz com seus filhos.

Sob olhares curiosos e de reprovação, somos emocionalmente martirizados pelo choro compulsivo da criança que têm sua vontade contrariada. Existe algo que possamos fazer para reconhecer, tratar e até mesmo prevenir um ataque de birra?

Neste artigo falaremos sobre 4 comportamentos comuns na infância que os pais precisam aprender a reconhecer e lidar. O primeiro é a própria birra infantil que começa manifestar-se aos 2 anos de idade, mas que ocorre também com muita frequência em crianças com 3 anos, 4 anos e 5 anos. Veremos suas características e dicas úteis para detê-la – enquanto os demais comportamentos consistem em importantes atitudes que farão positiva diferença não apenas no tratamento da birra como principalmente na melhoria da qualidade do relacionamento entre pais e filhos.

1. Birra infantil

A birra infantil clássica parece um torneio para ver quem é mais teimoso, mais gritão, mais mandão ou seja, para ver quem ganha. Não entre nesse jogo, tente não perder o controle. Filhos pequenos às vezes agem com bastante rispidez. Eles são semelhantes a pessoinhas pré-históricas, não entendem a lógica, portanto não adianta conversar na hora da birra. A cena clássica da birra envolve se jogar no chão, berrar, deixar todos ao redor malucos e com ganas de esfolar o anjinho. Tentar arrancar objetos de outras crianças, não querer ir, aos berros, para a escolinha são outros exemplos. Não ameace, não tente conversar coerentemente. Sim, arrependa-se por não ter aprendido o valor da palavra “não” e mantê-la, no momento certo.

Existem algumas saídas:

– Saia de perto e deixe-o continuar gritando e esperneando, embora todos ao redor digam “coitadinho”, “ela é uma desalmada” (quando são pessoas bem educadas). Para o psiquiatra Içami Tiba*, as crianças precisam passar pelo estresse de perder a segurança na hora da birra. “Se ela se sente insegura, muda. A criança fica preocupada se os pais a deixam”.

 Se você não pode sair de perto, por exemplo, se estão em uma casa com visitas:

– não use ameaças (vou chamar o bicho-papão)

– use palavras simples e curtas (chega, pare)

– repita seus gestos, faça caretas, repita o que ele está dizendo, por exemplo:

  • me dáááá o carrinhooooo (ele)
  • me dáááá o carrinhoooo (você, até conseguir atrair sua atenção)

Ele precisa saber que você entendeu: você quer o carrinho? Aí, tendo atraído sua atenção, explique-lhe, de maneira tranquila, mas séria, que o carrinho está com outra pessoa, mas ele pode brincar com outra coisa…

Mantenha a palavra, não faça a vontade dele por desistir.

Quando ele se acalmar, elogie-o.

Importante: Evite situações que atraiam a birra, como fome ou sono. Não saia com ele em horários em que isso possa acontecer.

*Autor de “Disciplina: Limite na Medida Certa” (Integrare)

2- O “Não”

Um dos grandes erros na educação é dizer ‘não’ quando vamos acabar dizendo ‘sim’. Deixe para dizer não quando ele for definitivo, ou provavelmente definitivo naquele momento.

Veja um exemplo:

Local: supermercado

– Mãe, eu quero um chocolate (provavelmente com ele já na mão).

– Não, filhinho (a).

– Ah, eu quero!

– Não, amor.

– Aaaaah. Eu queeeeroooo!

– Tá bom, mas só esse…

Pronto, lá se foi o respeito pras cucuias.

Se você acabar cedendo à pressão, ou seja, seu não vai ficar sim (filhos pedem, pedem, pedem) a criança vai aprender que não precisa respeitar seu não. Basta insistir, fazer birra – de preferência bem escandalosa e na frente de um monte de gente pra fazer você passar vergonha -, ou pedir fazendo charminho (e como eles são sedutores…!) que a mamãe cede (ou o papai ou outra pessoa).

Você não cansa de ouvir mães dizendo ‘ele só respeita o pai’, ou ‘é só fulano dizer que ele obedece’, etc?

Pois é! Por que será?

P.S.: Falo mães, porque (mea culpa), me incluo na tribo, e sempre tive que fazer meu coração sangrar para fazer meu “não” valer .

Não espalhe, mas nem sempre ganhei a briga…

3- Gentileza

Seja gentil com seu filho.

– Por favor, pode fazer tal coisa?

– Obrigada por ter feito isso!

Nossos filhos não são meros instrumentos nossos. São pessoas que vão conviver com outras, que não necessariamente serão gentis, mas que provavelmente responderão bem à gentileza

Quantas vezes você teve algo recusado de uma maneira tão educada e gentil que quase não sentiu a frustração pela recusa, e quantas outras em que teve vontade de matar alguém pela estupidez com que foi tratado?

Exemplo:

Num restaurante:

– Sinto muito, mas no momento não há mesas vazias, mas posso oferecer tal coisa…

Ou então:

– A casa está cheia. Volte outra hora.

Percebe a diferença?

Outro exemplo em que se pode observar a gentileza gerar reciprocidade é ao alguém segurar a porta do Shopping para nós. Sentimos-nos compelidos a segurar para a pessoa que vem atrás de nós. Experimente.

A gentileza gera gentileza e rende frutos por toda a vida. Se seu filho aprender isso dentro de casa, sairá com uma imensa vantagem neste mundo cada vez mais competitivo.

4- Elogiar

A melhor forma de modificar um comportamento, incluindo a birra infantil, é o elogio.

Funciona com qualquer pessoa (em diferentes velocidades), mas com os filhos funciona ainda melhor porque eles querem agradar os pais.

Agradar os pais representa receber amor (normalmente).

Um exemplo corriqueiro: não quer arrumar seus brinquedos. Observe-o discretamente, e, quando colocar um brinquedo na caixa, por qualquer motivo, solte um:

– Puxa que legal, você é dez (ou use o adjetivo de sua preferência), por guardar isso.

Não deixe passar um momento em que ele está fazendo algo ‘legal’ (que normalmente não faria, mas que é importante pra você) em brancas nuvens.

Elogie!

Estou usando exemplos singelos, mas vale para tudo e todos. Se fosse um comportamento errado, dificilmente deixaríamos de criticar. Então, porque não seguir o comportamento inverso?

Todos gostamos de ser elogiados

Mas lembre-se: Seus elogios precisam ser sinceros!

E você, gostaria de compartilhar suas experiências pessoais e como têm tratado com a questão da birra infantil em seu filho(a)? Como têm sido a sua jornada?

Meu Filho me Cobra um Irmãozinho – O Que Fazer?

Quando chega o momento dessa conversa, muitas mamães e papais não sabem o que fazer. Isso é muito comum acontecer com filhos únicos, principalmente quando entram na creche ou vão para a escola, onde têm maior contato com outras crianças.

No momento em que os pimpolhos começam a ter a noção de família, excedendo o contato com pai e mãe, elas reparam em outros núcleos familiares, principalmente dos seus amigos de escola, e veem casais com mais de um filho. E logo chega a pergunta: “Mamãe, por que não tenho um irmãozinho?”

Por termos uma vida mais agitada e por passarmos cada vez menos tempo em casa, ter mais de um filho deixou de fazer parte dos planos de vários casais. A mulher continua com o sonho de ser mãe, mas isso vem se tornando um sonho que se realizará lado a lado de sua rotina produtiva o mais rápido possível.

O número de membros na família depende de escolhas que podem influenciar a vida de todos, mas a criança não tem noção disso e sente em seu íntimo o desejo de ter uma companhia, um irmão ou irmã, e às vezes pode acabar sofrendo com isso.

Isso acontece quando a criança se sente diferente de seus colegas que possuem outros irmãos. A percepção de uma criança é voltada para toda a fantasia que sua idade envolve. Psicologicamente, para a criança, a presença de um irmão tem um significado especial: a certeza de que nunca estará sozinha, sempre tendo alguém para brincar, já que seu mundo se baseia nisso.

Como ela não tem uma percepção que possa abranger fatores externos da vida adulta, e leva em consideração apenas sua vontade, é importante ter paciência e abrir um diálogo na medida da linguagem que a criança entende. Com isso, caso não haja planos para se fazer a “encomenda da Dona Cegonha”, ela compreenderá que o momento não é o favorável para a chegada de um novo membro da família. E essa conversa deve ser feita por meio do afeto, que é o código mais assimilado por toda e qualquer criança.

Mas, antes de chegar a uma conversa com seu filho, existem vários pontos que devem ser revistos antecipadamente pelo casal para que o diálogo transcorra da melhor maneira.

Fatores que influenciam na decisão de uma nova gravidez

CAPA

É claro que a conversa com o pequeno a respeito de ter ou não um irmão deve ser realizada pelos pais após uma decisão já ter sido tomada. Primeiramente, é preciso saber se a família possui estrutura para receber mais uma pessoa, que precisará de atenção exclusiva principalmente durante o primeiro ano de vida.

Ter mais um filho exige uma reestruturação familiar e tudo isso deve estar de acordo com as prioridades, necessidades e desejos do casal. Um novo filho muda hábitos, costumes, programas e a rotina profissional, incluindo o seu irmão mais velho.

Hoje em dia, as mulheres deixaram de serem exclusivamente donas de casa, estão empregadas, construindo carreiras e muitas vezes são elas que arcam com a maior parte das despesas de casa. Essa troca de papéis também influenciou a decisão sobre quantos filhos a se deseja ter em uma família.

Se a decisão quanto à nova gravidez for positiva, posteriormente deve ser analisado como será esse processo. A idade da mãe, sua profissão, situação acadêmica, orçamento familiar, tudo deve ser levado em consideração, pois não adianta nada tomar uma decisão baseada apenas na emoção dos envolvidos ou nas exigências do primogênito.

O mais importante de todo esse processo é entender quais as expectativas de seu filho sobre ter um irmão. A partir do momento em que já começa a cobrar, ele também já possui a capacidade de responder algumas perguntas que ajudarão a identificar o que ele espera. No momento dessas perguntas, você já deve direcionar a fim de poder construir seus argumentos para explicar para seu filho o porquê de sua decisão. Isso aproxima os filhos da realidade familiar, tornando-o parte do processo. A criança, após sentir que sua opinião é levada em consideração, torna-se mais tranquila diante de uma resposta negativa.

Essa troca de respeito entre pais e filhos é fundamental para estreitar os laços, mantendo-os sempre com um diálogo franco e aberto, sendo à base da confiança.

Talvez seja essencial para os pais também conhecerem os benefícios em ter mais de um filho, conhecer o que pode acrescentar para a formação do caráter e da personalidade da criança.

Benefícios em se ter um irmãozinho

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Algumas características ou traços de personalidades só podem ser desenvolvidos de forma mais eficiente com a presença de outra criança no ambiente, dividindo atenção, carinho e outras coisas.

Com a chegada do filho mais novo, os mais velhos desenvolvem o instinto de proteção, exatamente como acontece com uma mulher ao se tornar mãe. Em geral, eles serão bons amigos pela vida inteira e sempre que um precisar lá estará o outro em seu auxílio.

A presença do irmão minimizará sentimentos de solidão, pois estarão próximos e compartilhando experiências durante todo seu crescimento. Desentendimentos irão ocorrer, fato!, mas no final sempre um irá defender o outro. Uma frase define tudo isso: “Meu irmão é chato, mas só eu posso chamá-lo assim.”

Uma das situações mais importantes do desenvolvimento de uma criança é aprender a compartilhar, seja a atenção de mãe, pai, avós, brinquedos, comida e tudo mais. Filhos únicos apresentam a tendência ao egoísmo uma vez que tudo é para eles, já que não precisam dividir nada com ninguém.

Aprendem a conviver com as diferenças, pois nenhum de seus irmãos será igual a ele. Com isso, vai aprimorar ações de respeito às individualidades e as características peculiares de cada um.

Outro fator importante é começar a trabalhar em equipe desde cedo. Pessoas que não possuem irmãos apresentam um excesso em individualismo exatamente por perderem essa fase em sua infância por terem sidos filhos únicos.

Eles terão alguém para compartilhar alegrias e tristezas por toda a vida, pessoas torcendo por eles em todas as etapas da vida. E para concluir a satisfação dos pais em ter a casa sempre cheia, de alegria, bagunça conversas, discussões e tudo que torna nossa vida tão especial.

No tocante aos aspectos materiais, os filhos mais novos terão a possibilidade de utilizar as roupas infantis que pertenciam aos mais velhos – isto, claro, se as roupinhas não tiverem sido doadas ou se a família não se desfez das roupas antigas. É uma boa estratégia para aliviar o orçamento.

Hora de tomar a decisão

Após conhecer todos os benefícios em se ter mais de um filho, caso sua estrutura familiar permita e sua rotina também, não vale a pena ao menos pensar no assunto e quem sabe dar uma resposta positiva para aquela carinha linda que fica pedindo: “Me dá um irmãozinho?”

Mas, atenção: isso deve ser feito de forma pensada e construída em laços de amor. E são exatamente esses laços que vão levar seu primogênito a entender caso não seja possível ter o tão sonhado irmão mais novo.

Quer conversar mais sobre o assunto? Seu filho vem pedindo um irmãozinho? Escreve pra gente! Vamos trocar experiências, seja você com filho único ou com vários filhos.

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Até breve!

Salvar

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Como aumentar as chances de seu filho ter um futuro diferenciado?

Todos os pais sonham com um futuro maravilhoso para seus filhos, com prosperidade e sucesso. Para isso se concretizar, não podemos contar exclusivamente com a sorte. Afinal, somos a referência de nossos filhos e temos o dever de auxiliar em sua formação, a fim de que nossas ações se reflitam em seu futuro de maneira positiva.

Isso vai desde planejar financeiramente a educação formal e segue aos pequenos cuidados do dia a dia. Todos os detalhes são importantes para ensiná-lo como vencer os desafios que surgirão pelo seu caminho.

Estamos propensos a absorver as influências do nosso ambiente. Por isso, o local em que a criança se forma deve ser o mais harmonioso possível. Aqueles que vivem em condições desfavoráveis ou de conflitos frequentes muitas vezes não conseguem dar a volta por cima, tornando-se adultos com dificuldades para lidar consigo mesmos e com os outros.

Por isso, um ambiente emocionalmente saudável é um pré-requisito para oferecer à criança condições de desenvolver todo seu potencial, construindo passo a passo uma vida melhor em seu futuro.

Ensinamentos que podem melhorar o futuro de seu filho

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Você é responsável por um papel fundamental no desenvolvimento de sua criança. Portanto, desde cedo desenvolva o senso crítico dela, estimule a perguntar sobre o porquê das coisas, confronte seus pensamentos e instigue-a ao debate. Essa troca de opiniões e experiências fará com que seu filho aprenda a respeitar a opinião dos outros e, ao mesmo tempo, o ensinará como se posicionar contrário a uma opinião, mas de maneira adequada.

É muito importante também a cultura do incentivo. Incentivar sempre diante de cada falha é essencial para o crescimento e desenvolvimento do indivíduo. Não dê muita ênfase ao erro, valorize mais sua recuperação.

Ensine a ele valores como doação, compartilhamento e compaixão. Sempre que possível, mostre exemplos práticos de pessoas que vivem em condições desfavoráveis, para que aprenda a dar valor para tudo que possui. Reconhecer que toda condição é limitada em algum aspecto e ressaltar a importância de aceitar e dar ajuda é o primeiro passo para desenvolver o sentido de auxiliar o próximo na prática do bem.

Desde muito pequeno, ensine a criança a assumir seus erros e reconhecer suas fraquezas. Isso trará para ele a convicção de ser o protagonista de sua própria vida, independente da situação, e não uma vítima que coloca a culpa de seus fracassos em todos.

Mostre que ele deve estar sempre atento à sua volta, tomando muito cuidado em quem confiar. Demonstre que no mundo real, mesmo na escola ou no trabalho, podem existir pessoas querendo prejudicar de alguma forma e ensine a lidar com isso.

Outros conselhos importantes

Mostre ao seu filho como é importante a prática esportiva. Escolha uma modalidade que perceba ele se sentir bem. Isso vai aliviar sempre seu corpo e mente de toda a loucura ligada à rotina. O esporte também nos ensina a trabalhar em equipe, fator fundamental para toda nossa vida.

Profissionalmente falando, estimule nele a prática de outros idiomas. Isso pode abrir muitas portas, pois estamos carentes de profissionais que saibam se comunicar. Falando em comunicação, trabalhe com seu filho o “falar em público”, não deixe que ele se sinta intimidado frente a outras pessoas, estimule a se posicionar referente a alguma questão de forma pública.

Nas questões financeiras, converse com seu filho sobre o universo empresarial. Conte suas experiências em seus trabalhos e mostre a ele que tudo é conquistado e nada se ganha facilmente.

Ensine ao seu filho a devida importância do dinheiro. Demonstre quando pode ser útil e de que maneira pode ser prejudicial. Converse com seu filho sobre mercado financeiro, bolsa de valores, bancos, dentre outras instituições. Fale também sobre sucesso e fracasso, utilizando personagens famosos para ilustrar pessoas bem sucedidas e outras que tiveram uma menor sorte.

O futuro pertence a quem se prepara

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Portanto, podemos dizer que um futuro diferenciado é fruto de toda uma preparação, executada por pessoas comprometidas com o sucesso de seu filho, a começar por ele mesmo.

Mostrar para as crianças que a vida pode ser transformada por meio de estudo e trabalho duro pode ser a chance que poucas pessoas têm para lutar por algo. A criança deve ter a consciência de que sua situação atual não é a definitiva, pois a vida por si só é dinâmica e ele deverá aprender que sempre muda.

Para isso, basta contar com pessoas dispostas a ajudar de forma incondicional, oferecendo conhecimento e oportunidades para transformar qualquer situação.

Realidade para os sonhos de seus filhos

Para ter um futuro diferenciado e acima da média, os pais devem investir na educação dos seus filhos desde o início, mesmo em ocasiões em que você mesmo esteja ensinando algo a ele. Isso deve ser feito com dedicação, amor e da maneira correta. E não somente conhecimentos acadêmicos devem ser passados para seu filho. Ensinamentos relacionados à formação do seu caráter e à construção de valores é que vão fazer dele um cidadão diferenciado com as melhores chances de encontrar por sua vida um futuro melhor.

A preocupação com o futuro é um acontecimento que deve se iniciar com os primeiros passos, desde muito cedo mostrando os valores que realmente fazem a diferença na vida de um homem ou uma mulher, somado à preparação intelectual que ele deve receber.

Vamos conversar mais sobre como prepara nossos filhos para um futuro brilhante? Envie sua opinião em nossos comentários!

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Mãe cansada, meu filho não me deixa descansar – existe uma saída?

Ser mãe é uma dádiva mas mãe cansada é um desafio. E toda mãe sabe o quanto de dedicação isso requer. No dia a dia, seja como empreendedora, pesquisadora, dona de casa. É preciso conciliar tudo isso com a rotina de criar seu filho da melhor maneira, sem deixar a energia cair, pois um ambiente emocionalmente saudável depende, e muito, de como a mãe se comporta no dia a dia.

Um fato é: independente do que você faça, sempre acumulará o serviço de dona de casa, que é uma das atividades mais cansativas, com um grau de responsabilidade enorme, pois a cobrança também é grande. E quando isso vem acompanhado por filhos, principalmente pequenos, então tudo se complica mais ainda. É aí que você torna-se uma mãe cansada pelo acúmulo de tarefas

Filhos pequenos requerem atenção por tempo indeterminado, ou seja, não podemos desgrudar os olhos deles para que nada de mal possa ocorrer.

Com isso, nós mães vamos sentindo um cansaço acima do normal e se não recebermos ajuda de pessoas próximas, o grau de estresse e irritabilidade tende a aumentar. Para diminuir esse cansaço, podemos contar com pessoas próximas e tomar algumas atitudes a fim de reduzir um pouco nosso peso diário.

Deixe claro para todos quais são suas prioridades

Conhecer suas necessidades pode ser o começo para poder receber ajuda. Sabendo do que precisa e quando precisa, você perceberá exatamente o momento de recorrer à ajuda de alguém próximo. Nenhuma mulher deve arcar com todos os trabalhos sozinha, podendo pedir ajuda do companheiro e demais familiares e amigos sempre que necessário.

Ao fazer isso, você poderá ter um tempo para descansar ou mesmo para fazer algo por você, o que também é um ponto positivo na educação do seu filho, pois terá uma mãe mais relaxada e feliz.

Soluções para uma mãe cansada

Estando em casa, na companhia de mais pessoas, procure compartilhar um pouco o trabalho de olhar as crianças. Com isso, você também acaba encontrando um tempinho para descansar. Na maioria das vezes, a mãe vive disso: pequenos momentos de descanso ao longo do dia, sem um período satisfatório ou mesmo contínuo. Portanto, aproveite sempre que uma brechinha surgir.

Transmitir suas necessidades para outras pessoas é o próximo passo após identificá-las. Pedir de forma correta irá colaborar para receber aquilo de que necessita, evitando transtornos com outras pessoas que em muitos momentos até querem ajudar, mas não sabem como proceder.

Ser criativa é necessário

Mãe cansada - ser criativa é necessário

Se você se vê como uma mãe cansada devido a tantas tarefas e seu filho não deixa que seja reservado um tempo para si mesma, você precisa usar sua imaginação e propor atividades que prendam sua atenção, que o estimulem a ficar um pouco perto de você, para que encontre um tempinho para encostar ou sentar pelo menos. Você pode utilizar jogos e outros mecanismos para fazê-lo ficar quietinho um pouco. Aproveite novamente, pois esses momentos são curtos.

Novamente, você pode envolver outras pessoas nessas atividades, pois toda criança gosta de brincar com mais de uma pessoa. Procure envolver toda sua família, promovendo com isso um momento de diversão familiar ao mesmo tempo em que compartilha o cuidado dos pequenos.

O diálogo com seu filho é uma saída

Você deve sempre lançar mão da mais eficiente das técnicas: o diálogo.

Chame seu filho e explique a ele, converse olhando em seus olhos, transmitindo confiança, e diga que você está cansada, que quer uns minutos de descanso para poder novamente brincar com ele.

Conversando da maneira correta, as chances de sucesso são bem grandes e, estabelecendo essa confiança, nem será preciso muito esforço a cada vez que você precisar dialogar com ele, independente do tema da discussão.

As crianças gostam de fazer parte de tudo que está acontecendo. Envolver os pequenos em alguns assuntos transmite segurança e eles percebem que a opinião deles é importante, estreitando os laços, tornando tudo mais fácil. Umas doses de psicologia com as crianças são extremamente necessárias para tentar compreender seus pensamentos, vontades. Em determinadas idades, é indicado estar bem próximo a eles.

E se nada disso funcionar?

Soluções para uma mãe cansada

Agora, se nada disso funcionar, podemos pensar em alguns planos de emergência. Se você está sentindo um cansaço que está chegando a prejudicar seu desempenho em outras atividades, chegou a hora de procurar ajuda externa. Verifique possibilidades como uma creche, escola ou contratar uma babá, mesmo que seja por um período reduzido no início.

Isso será essencial para sua recuperação, pois, ao dividir um tempo maior com alguém especializado, além de você contar com um tempo maior para descansar, você ainda pode fazer outras atividades. Outro ponto positivo é o fato de a criança ir se acostumando com a ausência aos poucos, principalmente nos casos em que você vá voltar para sua rotina normal de trabalho.

Aproveite o tempo de que você dispõe

Ser mãe é certeza de pouco tempo à sua própria disposição. E uma mãe cansada representa um problema para toda a família porque somos parte essencial da vida no lar. Você não tem tempo para se alimentar direito, dormir direito, cuidar da beleza e, muitas vezes, nem um banho decente consegue tomar? Agora aproveite e faça tudo da maneira que tem vontade. Afinal de contas, você merece.

Encontre outras atividades de seu interesse para complementar seus momentos de descanso. Pode ser assistir a filmes, estudar algo de que goste ou qualquer coisa que relaxe sua mente e seu corpo um pouco. E sem culpa! Pois logo todas as suas tarefas virão ao seu encontro e você retornará muito mais feliz para toda aquela loucura gostosa que é ser mãe.

Ser feliz é a melhor pedida

Procure estar próxima de todos que ajudam a criar seus filhos, peça com jeitinho, aceite ajuda da maneira que ela vier, mesmo se não fizerem as coisas exatamente como você gosta. Contar com pessoas que nos amam de verdade é poder contar com aquela ajuda divina quando você tornou-se uma mãe cansada e com tanto sono e seu filhote está com a corda toda.

Como você se sente quando descansa? Conte pra gente!

Tem alguma história de como conseguiu conciliar a vida de mãe e mulher? Compartilhe conosco!

Coloque suas opiniões nos comentários. Vamos trocar informações de como viver melhor nossa maternidade.

E até breve!

Filho único ou irmãos – como resolver esse dilema?

A decisão em relação sobre o filho único e ao número de filhos que um casal deseja passa pela análise de diversos fatores que influenciam muito a vida familiar. Esses fatores estão ligados à estrutura emocional, questões financeiras e profissionais, entre outros.

Antigamente, as famílias eram numerosas e tinham papéis bem definidos: o homem era o responsável pelo sustento e segurança da família, enquanto a mulher era responsável por criar os filhos e cuidar da casa. Elas não tinham carreira, trabalho externo e nem perspectiva de crescimento.

À medida que as mulheres foram ganhando seu espaço e os papéis dentro do lar foram se reinventando, notou-se uma drástica redução no número de filhos que um casal moderno possui. Hoje em dia, está muito mais caro criar um filho que há décadas atrás. E também com a conquista profissional das mulheres, elas agora possuem carreiras, chefiam empresas e realizam tarefas antes somente realizadas por homens. O tempo delas dentro de casa diminuiu e consequentemente o número de crianças também.

Podemos dizer que no início do Séc. XX as famílias eram numerosas, com filhos e mais filhos, sendo que isso refletia uma sensação de prosperidade e que o nome da família estaria preservado por diversas gerações.

Já nos dias de hoje, alguns casais optam por um ou dois filhos e que passando disso já sabem que podem vir a enfrentar desafios para criar os filhos em todos os aspectos.

Então, qual seria a quantidade de filhos ideal?

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Atualmente, na maioria dos países, acredita-se que o número ideal de filhos está entre um e dois, e de preferência sendo um casal. Muitos casais desejam isso e, quando observamos famílias que fogem a esse modelo, isso acaba nos causando espanto. Famílias com cinco ou seis filhos costumam nos transmitir vários sentimentos como admiração ou julgamento, pois achamos que seja até irresponsabilidade ter tantos filhos assim diante das condições que enfrentamos.

Na realidade, famílias numerosas são lindas, mas na prática não são funcionais e há muitos gastos. O importante é decidir com responsabilidade. Se você tem condições de criar de forma ideal cinco, seis filhos, e é do seu desejo: faça. Se você tem condições de ter apenas um filho único, tenha apenas um. O que mais encontramos são crianças abandonadas ou vivendo com os pais, mas sem nenhuma estrutura para um desenvolvimento saudável.

Analisando os cenários

É preciso levar em consideração o cenário em que se encontra o casal. Algumas perguntas podem ajudar você a refletir sobre ser o momento certo de aumentar a família.

  • Quais as prioridades do casal?
  • Qual a idade de ambos?
  • Como irão conduzir suas carreiras?

Essas são apenas alguns exemplos. Principalmente em relação à mulher, é preciso identificar como será seu papel no lar, quanto tempo terá para se dedicar ao cuidado com os pequenos. Vai investir posteriormente em sua carreira, continuará estudando? Tudo isso deve ser analisado previamente, planejado para que a estrutura familiar seja forte e possa se adaptar a todos os desafios.

A opinião dos filhos também é importante

Vale a pena consultar a opinião de seu primogênito ou de seus filhos mais velhos para saber o que ele ou eles pensam a respeito de ter um irmão. Ouvir suas expectativas, perguntando o que se pensa, acha e como seria a nova rotina também pode contribuir para a decisão dos pais, já que eles participarão de todo o processo.

Geralmente, quando se tem filho único, ele compara sua família com outras mais numerosas, estabelecendo padrões que influenciam sua opinião sobre a quantidade de irmãos que ele sonha ter.

Os tipos de família e a situação atual

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Algumas famílias com muitos filhos enfrentam dificuldades ou acabam tendo mais trabalho para criarem seus filhos com certa qualidade. Estudo, alimentação, saúde, roupas e todos os gastos envolvidos na criação acabam comprometendo o orçamento das famílias, deixando-as com uma estrutura abaixo do desejado.

Por outro lado, famílias com quantidade de membros reduzida acabam por oferecer uma criação de melhor qualidade para seus filhos. Com até dois filhos, o casal encontra condições favoráveis para oferecer uma criação com educação, saúde, alimentação de qualidade.

Falando em lazer e qualidade de vida, podemos dizer que com um número reduzido de filhos você consegue fazer mais programas, viagens, adquirir bens em maior quantidade e de melhores valores, em comparação com famílias numerosas e que precisam dividir o que possuem com um número maior de membros.

Só que famílias numerosas possuem benefícios que as outras não têm. Solidão é algo que não existe, sempre vai ter um irmão correndo atrás do outro, pegando as coisas do outro e consequentemente aquela bagunça saudável que deixa todo pai contente. Casa cheia é sinônimo de alegria, festa.

Se, de um lado, as coisas ficariam mais escassas, mais desafiantes, em contrapartida, acontecem coisas que por mais dinheiro que você possua, não podem ser compradas. A amizade entre irmãos, o carinho e a proteção com os mais novos, o exemplo a ser seguido e tudo mais que somente a convivência com outra pessoa proporciona.

O importante é saber decidir e ser feliz

Independente da sua escolha, você deve estar ciente de todas as responsabilidades que o aumento familiar pode proporcionar. Serão mais gastos, mais horas trabalhando, menos tempo descansando etc. É preciso confrontar seus desejos com suas necessidades, ou até mesmo adiar os planos por um determinado tempo até a reestruturação familiar, em todos os sentidos.

O importante é tomar a decisão sobre ter filho único após analisar todas as circunstâncias, com consciência e desfrutar de sua decisão da melhor maneira possível. Sendo um, dois, quatro ou mais filhos, o que importa mesmo no final das contas é amar incondicionalmente independente da quantidade.

E você? Quantos filhos estão na sua família?

Tem filho único e pensa em ter outro?

Conte-nos sua história!

Compartilhe conosco e até breve!

Teste de gravidez positivo – E agora?

Uma perspectiva masculina

Quando os homens descobrem que estão grávidos as reações podem variar. Vejamos os 3 reflexos mais comuns diante da novidade:

1- Quando a gravidez não é totalmente indesejada, os sentimentos dividem-se entre alegria e pontadas de angústia sobre o que lhes espera;

2- Se o casamento é estável ou se já haviam intenções ou tentativas prévias de engravidar, a notícia é motivo de euforia. Há uma sensação de que agora a vida faz algum sentido. Ele vai ser pai, provou sua fertilidade, repassou seus genes e já pode dizer que têm uma família;

3- Há aqueles que entram em pânico. Um frio na barriga, um turbilhão de dúvidas. É o medo de não conseguir mais tomar cerveja com os amigos em paz, um sentimento de ‘não cuido da minha vida direito, como vou educar uma criança?’, ou ainda algo mais comum como ‘vivo parcelando as despesas, como vou sustentar um filho?’.

Claro que estou falando de homens não completamente destituídos de sentimentos, não estou falando dos que simplesmente dão o fora.

Os futuros papais são submetidos ao choque das alterações de humor da mulher, aos fatídicos enjôos, aos famosos desejos. Até tentam aceitar tantas transformações, pisam em ovos para não magoar a companheira, mas, lá no fundo, não conseguem entender como alguém pode estar gargalhando em um minuto e se debulhando em lágrimas no seguinte (aliás, nem ela entende, muitas vezes).

Uma mulher enjoada (entre outras coisinhas mais) é uma prova e tanto para o amor de um homem. Ela fica mal-humorada, quase não fala, não quer se movimentar.

E o sono? Onde estão as noites movimentadas? Os acampamentos, etc, etc. Cadê a mulher que eu conhecia?

Alguns casais relevam tudo como um sacrifício em nome do bebê, algo como ‘faz parte do pacote’. Outros – mais experientes, provavelmente – adotam saídas alternativas: evitam muito contato nos dias críticos.

Lembrando: ela não sente isto por opção!

É melhor não fazer perguntas do tipo ‘Por que você está sentindo (ou fazendo, ou dizendo) isso?’

Informação acalma: é importante entender como se dão as alterações hormonais na grávida e o que elas provocam.

A mulher grávida está em uma transformação diária. Aumento de peso, mudança hormonal, variações de humor e mais uma série de alterações vão acontecendo ao longo dos nove meses.

Sem perceber, muitos homens deixam de participar mais ativamente de todas as transformações que acontecem não só com a mulher, mas dentro da casa. A mulher tende a estar mais sensível e passa a sentir a necessidade de apoio e atenção ainda maior do companheiro.

Por mais inacreditável que isso possa parecer, isto não vai durar para sempre!

Não perca as dicas de sobrevivência à gravidez e ao pós parto.

Escrito por: Marisa Jasper – especialista em saúde infantil.

Sou mãe e não tenho tempo pra mim – o que fazer?

A nossa vida é feita de sonhos e planos, entre eles um dos mais importantes – senão o maior – é ser mãe. Essa palavra de poucas letras, mas com grande significado, envolve muitas questões que influenciam diretamente a vida da mulher.

Cuidar de outra vida é dedicar-se em tempo integral, é não ter tempo pra comer, dormir, descansar, nem fazer qualquer outra coisa para você, de forma sossegada. Mas, a beleza de tudo isso está na dedicação, abdicar de tudo em prol de um bem maior.

Muitas vezes, tanta dedicação tem um lado negativo, que é sentir-se angustiada por não ter tempo para se cuidar ou sequer para pensar um pouco consigo mesma. Pense o seguinte: ser mãe não quer dizer que você deva ser escrava. Existe, sim, saída para conciliar o papel de mãe com as outras mulheres que existem dentro de você: esposa, trabalhadora, empresária, dona de casa e qualquer outro papel que desempenhe.

A mulher, nesse momento, precisa mais que nunca do auxílio de pessoas próximas, parentes, amigas e principalmente do pai e companheiro. Todos precisam estar presentes e dividir tarefas e responsabilidades para que a saúde da mulher, física e emocional, não seja prejudicada.

Gradativamente, com o crescimento do recém-nascido, a rotina da mulher vai voltando ao normal. Trabalho, estudo, lazer e outras atividades vão sendo restabelecidas com o passar do tempo. Então, a mulher precisa entender que essa dedicação full time é um período passageiro. Mas, até que esse momento chegue, algumas providências podem ser tomadas.

Definir quais são as suas prioridades

Saber suas necessidades e prioridades é o primeiro passo para compartilhar com outra pessoa todo o cuidado de que um bebê necessita. Nenhuma mulher se torna mãe sozinha. Contar com a ajuda de outras pessoas é uma forma de encontrar um tempinho para você. É certo que esse descanso será breve, então aproveite.

Saber pedir o que precisa

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Transmitir suas necessidades para outras pessoas é o próximo passo após identificá-las. Pedir de forma correta irá colaborar para receber aquilo de que necessita, evitando transtornos com o cônjuge ou demais membros da família, por exemplo, que na maioria das vezes não sabem o que fazer para ajudar e dividir com você os afazeres da maternidade.

Ter por perto pessoas suficientes para ajudar

Em muitos casos, vemos a avó do bebê sempre por perto, especialmente se a mãe for de primeira viagem. Isso é muito importante, porque dá segurança quanto aos cuidados do recém-nascido por toda a experiência que ela possui. Além disso, contar com algum empregado, se possível, também ajudará em momentos onde a mulher precise de um tempo para fazer alguma coisa para si mesma. Seja um banho mais relaxante e uma refeição mais tranquila, isso pode fazer toda a diferença em momentos cansativos que nos exigem a maternidade.

Aceitar ajuda da forma que vier

Muitas vezes, necessitamos de 100 coisas e alguém pode nos oferecer apenas 2. Aceite! Pois toda ajuda é bem-vinda. E mais: esse não é o momento para muitas exigências, porque muitas vezes as pessoas não conseguem oferecer tudo de que precisamos e talvez nem seja da maneira que esperamos. Além do mais, tem coisas que somente a mãe pode suprir para o bebê, mesmo… Aprender a lidar com alguns conflitos, então, é essencial, uma vez que, no início da maternidade, as mulheres tendem a ficar mais sensíveis ainda e suscetíveis a algumas crises. Nesse sentido, é importante o apoio da família e dos amigos, até que se complete o reestabelecimento do emocional feminino.

Delegar tarefas é preciso

Para ter um tempo para se cuidar, é extremamente importante saber delegar tarefas, compartilhando suas atividades com quem está perto. Isso deve ser feito da maneira correta e tendo em mente que, na maioria das vezes, as coisas vão sair diferentes do que se tivessem sido feitas por você. Mas, nesse momento, é necessário abrir um pouco a mão de qualquer perfeccionismo em troca de momentos de descanso. E outra: divida suas atividades, mas não fique fiscalizando tudo a distância. Senão, dará na mesma, pois você não descansará de forma plena e poderá retornar ao contato com seu filho ainda mais estressada.  O ideal é: quando separar um tempo para você, curtir muito! E voltar aos braços do seu bebê descansada e feliz. Isso se refletirá na sua relação com seu filho, que será ainda mais prazerosa.

Aproveitando o tempo livre

Aproveitando_o_tempo_livre

Ser mãe, principalmente na chegada do bebê, é a certeza de ter pouco tempo dedicado ao seu próprio cuidado. O mais importante é ter um planejamento que envolva o que de mais necessário você precise. No início, são atividades básicas como: descanso, alimentação, lazer e cuidados com a beleza. Afinal, a vaidade nunca deve ser deixada de lado. Com o passar dos meses, seu tempo livre irá aumentar e, consequentemente, outras atividades podem voltar à sua rotina. O mais importante é fazer aquilo que está ao seu alcance, pois sua maior prioridade é o bem-estar do seu filho. E isso inclui uma mãe completa e feliz.

Meu bebê já cresceu: e agora?

Após terminada a fase onde seu filho necessita de cuidado e atenção em todos os momentos, chegou a hora de retomar sua vida, com prioridades mais voltadas para você também. Voltar a trabalhar, estudar, ou seja: se sentir produtiva é extremamente importante para a saúde e autoestima feminina.

Conciliar todas as tarefas que a mulher desempenha dentro e fora do lar pode ser algo estressante se não for bem planejado. Retomar sua rotina sem um planejamento adequado pode trazer consequências desagradáveis para toda a família, afinal você é o centro de tudo.

Para isso, você pode contar com escolas e creches para dividir o cuidado com seu filho enquanto você está trabalhando ou realizando outra atividade. Para quem puder, contar com os serviços de uma babá também é uma ótima opção, uma vez que deixar seus filhos aos cuidados de uma pessoa responsável e com referências tornará seu dia bem mais tranquilo e produtivo.

Nesse período, você pode trabalhar, estudar, praticar uma atividade física ou fazer qualquer outra coisa para deixar sua rotina mais feliz. Ser mãe não é uma tarefa fácil, envolve atenção, carinho e cuidados como educação, alimentação e outros fatores essenciais à formação da criança. Muitas vezes, se torna uma tarefa estafante, seja pelo excesso de responsabilidades e por cobranças, principalmente as que partem de nós mesmas.

Nós mulheres precisamos estar cientes de que a maternidade exige a dedicação quase que em tempo integral e, o mais importante, que é um período temporário, mas que estará presente em sua memória pelo resto da vida.

O ideal é sempre estar dividindo as obrigações e tarefas, compartilhando tudo com pessoas dispostas a ajudar para que a rotina não se torne um fardo e sim algo gratificante, recompensado com o crescimento de uma criança, linda saudável e feliz. Com a mamãe da mesma forma.

Você tem histórias para contar de como conseguiu conciliar o “ser mãe” com o “ser mulher”? Conte-nos!

Está com dificuldades para viver de forma mais tranquila devido ao excesso de cobranças? Fale com a gente!

É muito importante estarmos juntas e conversando, trocando experiências, para nos tornarmos mães cada vez mais plenas. Afinal, isso se reflete em como trataremos nossos filhos: com carinho e atenção, pois estaremos ainda mais felizes e completas.

Até breve!

Salvar

Dividindo os cuidados com seus filhos e sua casa entre você e seu cônjuge

Poderia o casal realmente dividir as responsabilidades do lar e da família da mesma forma? Se você está disposta a falar sobre o que cada membro da família precisa fazer (bem como o que precisa ser feito para cuidar da casa), participe deste debate – e use as dicas a seguir para começar descobrir quem deve fazer o quê.


1- Trabalhar juntos

Todo mundo na família se beneficia quando os pais trabalham em conjunto para manter a casa em ordem. Os homens estão mais envolvidos na educação dos filhos nos dias de hoje; esta tarefa poderá ajudá-los a desenvolver um forte vínculo com seus filhos. As crianças também irão beneficiar-se de modelos positivos: Eles vêem que homens e mulheres, ambos, são importantes para a vida familiar.

Tarefas e trabalhos domésticos são inevitáveis, e pode não haver uma divisão ideal de trabalho. Mas quando os pais decidem cooperar, equilibrar de forma justa, e trabalhar juntos, todo mundo sai ganhando.


2- Repensar seus objetivos

Como é que um casal moderno pode manter o equilíbrio em casa – colocar o jantar na mesa, passar, lavar roupa e a louça, cuidar da alimentação e do banho das crianças – e ainda ter algum tempo um para o outro e para si mesmos?

Antes de responder a essa pergunta, pense sobre o que exatamente você tanto quer e precisa. Em vez de procurar por uma divisão restritamente meio a meio do trabalho, entre marido e esposa, tente encontrar uma maneira de simplesmente equilibrar a carga de tarefas e manter o suficiente para que você possa sentir-se feliz, produtiva e apreciada.


3- Lista de suas responsabilidades

Mantenha um registro de uma semana de tudo que você faz em casa e para a família. Peça ao seu parceiro para fazer o mesmo. Em seguida, compare as listas.

– Como você se sente sobre os itens da sua lista?
– Você quer mudar alguma coisa?
– Existe alguma tarefa que você
definitivamente não gosta?
Você pode trocar por outra tarefa?

Este exercício pode servir para abrir os olhos: Não se surpreenda se a lista de seu cônjuge é muito longa e a sua não é, ou vice-versa. Com as listas em mãos, tente re-atribuir responsabilidades e encontrar compromissos os quais não estão bem definidos sobre de quem é a responsabilidade. Talvez vocês possam concordar em revezar nas tarefas particularmente difíceis.

Lembre-se: sempre mantenha-se flexível mesmo depois de ter dividido as tarefas, de uma forma que é mutuamente aceitável. Estejam dispostos a ajudar uns aos outros quando for possível, ou mesmo trocar tarefas de vez em quando para obter uma sensação daquilo que seu parceiro faz.


4- Liste
as necessidades do seu bebê e crianças

Comece a falar sobre a divisão do trabalho antes de seu bebê chegar. Faça uma lista de todas as tarefas envolvidas em cuidar de um bebê, da troca de fraldas e demais tarefas.

Se você está tendo dificuldades para criar uma lista, consulte amigos e membros da família que tornaram-se pais recentemente. Fale sobre como você deve dividir estas novas tarefas (e se você deve dividir as tarefas que você já tinha definido de uma forma diferente).


5- Antecipar e comunicar

É fundamental dizer um ao outro o que vocês querem e precisam. Tente expressar-se com clareza e precisão, sem culpa.

Por exemplo, quando você precisar de ajuda, fale com o seu parceiro exatamente o que você quer ( “Você pode brincar com o bebê para que eu possa cozinhar o jantar?”), Ao invés de como você pode estar se sentindo naquele determinado momento. ( “Eu tenho que fazer tudo por aqui!”) Se você está lutando contra o excesso de responsabilidades domésticas, procure reservar algum tempo – quando você está um tanto mais calma – para descobrir qual é o verdadeiro problema e como encontrar uma solução. Faça um cronograma para isso.

Há muito o que fazer com um novo bebê em casa, ao mesmo tempo em que todas as outras tarefas domésticas simplesmente não desaparecem. Mas com um pouco de planejamento e comunicação, vocês podem enfrentar as novas responsabilidades juntos.

Que trabalhos você gostaria de fazer? Que empregos você odeia? Você é uma pessoa da manhã? A coruja de noite?

Com as suas preferências em mente, você e seu parceiro podem fazer uma programação de responsabilidades domésticas. Talvez um de vocês pode assumir o dever de preparar o café da manhã e o outro pode fazer o banho dos filhos à noite. Ou tente dias on e off: Um de vocês cozinha e limpa a casa às terças-feiras e quintas-feiras, o outro faz o mesmo segundas e quartas-feiras – e vocês dois podem pensar sobre uma programação para o lazer de final de semana às sextas-feiras.

Ou ainda, vocês podem decidir também revezar sobre qual dos dois poderá dormir nos fins de semana (aquela soneca em um sábado ou domingo à tarde, maravilhosa nos dias de inverno) e quem vai levantar-se para acudir o bebê no meio da noite.

E lembrando sempre: não deixem de continuar a falar sobre estes arranjos para que você possa ser flexível e fazer alterações, se necessário. Manter um diálogo aberto ajuda a lidar com situações inesperadas que possam surgir.

Quem foi acordado a noite toda com o bebê ou quem não está se sentindo bem? Descubram quem têm energia e capacidade disponível para cuidar das coisas, e mudar as noites ou tarefas segundo a necessidade.

Depois de realizar todas estas tarefas e descobrir que foi possível colocar tudo em ordem e sem stress, você vai se surpreender com o quanto a vida pode ser mais leve.


6- Expectativas tradicionais

Para partilhar verdadeiramente a carga, você e seu parceiro podem ter que fazer um exame na própria consciência examinar seus próprios motivos e medos.

É fácil ter uma recaída e voltar aos papéis tradicionais. Mas isso pode deixar um sentimento de ressentimento.

E mesmo se sua família não cair em padrões tradicionais – por exemplo, um dos pais trabalha mais horas fora de casa do que o outro e possui menos responsabilidades domésticas e da criança como resultado – ainda é importante discutir essa decisão e certificar-se de que você sente-se bem com isso. Se um dos pais se ressente com o envolvimento do outro (ou a falta de envolvimento), todos, incluindo o seu filho, sofrem.


7-
Tempo para dedicar ao seu filho

Um novo pai muitas vezes se sente deixado de fora do vínculo mãe-bebê e inseguro sobre seu novo papel. Se ele sente que não tem nada a contribuir, ele não pode encontrar seu adequado espaço nesta nova conjuntura familiar. Todo mundo perde nesta situação.

Mães e pais têm diferentes estilos parentais, e essas diferenças são importantes presentes para cada criança. Mas os pais, por vezes, têm dificuldade em respeitar e valorizar essas diferenças.

Ao invés de criticar seu companheiro sobre como ele veste o bebê, simplesmente aceite e respeite que ele veste, banha, ou alimenta de forma diferente do que você faz. Se você critica constantemente os esforços do seu parceiro, ele vai tornar-se mais relutante em ajudar-lhe com o(a) filho(a) de vocês.


8- Considerar a contratação de ajuda

É um luxo que poucos podem pagar. Mas se você se dar a este luxo de contratar alguém para limpar a casa uma vez por semana ou duas vezes por mês, isto pode realmente fazer a diferença. Ao invés de limpar o banheiro, você pode ler ou brincar com seu bebê e passar o tempo com seu parceiro.


9- Tirar proveito da tecnologia

Máquinas de lavar louça e máquinas de lavar roupas salva tempo precioso. Para nós que estamos vivendo no século 21, há uma nova safra inteira de serviços que podem liberar o nosso tempo para passar com a família.

Aqui estão alguns exemplos: Se você trabalha fora de casa, veja se você pode fazer algumas coisas utilizando serviços online. Isto vai poupar tempo e estresse. Registre-se para pagar suas contas on-line ou tente usar a opção de entrega das compras de supermercado on-line caso esteja disponível na sua área. Obtenha mais idéias de economia de tempo através da tecnologia que está a nosso favor.


10- Deixe de lado a perfeição

Se você acha que pode manter a sua casa nos padrões de organização e limpeza de antes dos seus filhos terem nascido, provavelmente você está lutando uma batalha perdida. Sua casa não tem que ser impecável durante toda a semana. Para a maioria dos pais, os níveis de estresse reduzem-se ao mínimo quando eles desistem de tentar manter sua casa imaculada.

Discuta – no bom sentindo – com o seu parceiro o nível mínimo de limpeza que você pode tolerar, e, em seguida, fazer o que vocês podem juntos para manter sua casa assim. Deixe as grandes limpezas para fins de semana – ou para um serviço de faxina.


11- Se recompense

Se vocês concordarem em trabalhar juntos, vocês podem ganhar juntos mais tarde. Tente cenários como este:. “Se você levar o filho ao parque para brincar na manhã de sábado, eu vou usar esse tempo para pagar as contas e então nós vamos ter o resto do dia livre.”. Então, o tempo livre no restante do dia virá como um prêmio para a união, o esforço e o planejamento de sua família!